



















Ao norte de Cuba existem algumas "
ilhotas" paradisíacas.
E pé na estrada de novo, lá fomos nós.
Viajamos com um
carro alugado na HABANAUTOS. A novidade é que o modelo nao tinha um nome! E que era da marca SANSUNG! Por mais que o dobro do valor médio de mercado, pelo menos isso foi bom!
Tivemos, sim, um pneu furado, logo na primeira manha de passeio. Mas
Léozinho, o guia de turismo e chefe de manutencao, "cambió lo pneumático". Depois fomos à oficina da locadora que, por milagre, nao criou problemas e resolveu logo o caso.
Um fato curioso, entre milhoes de
esquisitices que acontecem em Cuba, foi o lance de abastecer o carro com gasolina. Nessa ocasiao, ao pagarmos (em dinheiro), tivemos que informar nome completo e número de passaporte. Que diabos? Até isso o governo que controlar? Difícil, nao?
Escolhemos a ilhota "
Cayo Coco", afinal existem várias. Todas bem virgens, apenas com instalacoes de resorts, cujo acesso se dá através de uma
estrada de 25 Km construída no mar.
Usufruímos dessa facilidade, é claro, mas temos consciência do
impacto ambiental que uma obra dessas causa. Depois soubemos que, realmente, a vida marinha fora bastante afetada, após a inclusao dessa "barreira" artificial.
Nos hospedamos muito bem no "Sol Trip Cayo Coco". Luxuosas "habitaciones" e comida excelente! Mas nossa
paz durou pouco. Isso porque entrou um grupo de mais de 500 "jovens", que mais consideramos aborrecentes inconsequentes. Com balada durante a noite toda, nao é preciso dizer mais nada!
E por incrível que pareca, a baixaria também rolou solta: 2 garotos, de uns 16 anos, se beijando loucamente no lobby principal e um casal, de uns 50 anos, fazendo sexo dentro da piscina, às 4 horas da tarde. Porcos e pornográficos.
Indignados, prestamos atencao ao que os segurancas fariam. E mais indignados ficamos quando passaram por nós e somente perguntaram, ironicamente, se estávamos gostando do show! Naturalmente, juntamos tudo e preenchemos 2 páginas do
livro de reclamacoes da gerência.
É claro que, inicialmente, é culpa de quem faz esse tipo de coisa; mas consideramos maior a culpa da
rede Sol Meliá que, supostamente, nao é compatível com esse tipo de comportamento de seus hóspedes.
Bebida alcoólica a vontade pra molecada, som pesado e altíssimo na praia até o amanhecer e funcionários negligentes só podem resultar nessa bandalheira!
Escapamos para a Playa Flamenco, muito linda, onde deu até pra fazer snorkel. Passando o primeiro "arrecife", sobem bancos de areia e volta a ficar rasinho, com água pelo tornozelo (veja foto em que Léo está sentado, há uns 100 m da praia).
Durante a caminhada que fizemos nesta linda praia, o Léo achou um
Polvo escondido sob uns corais. A fim de observá-lo bem, o cutucamos e tomamos o maior susto com o jato de água que o bicho espirrou em nossa direcao! Mas continuamos a observá-lo por um tempao, afinal, também exploramos com finalidade científica ... hehehe.
Tentamos inserir a
Dona Deise no programa aquático, e houve um pequeno progresso. Ela colocou a máscara e olhou embaixo d'água, mas nao mergulhou a cabeca. Nós demos o crédito, pois a água estava um pouco fria. Além disso estava raso demais e com muito vento.
Fica pra próxima hein, mae? Afinal você adora animais.
O mundo embaixo d'água é colorido, silencioso e cheio de vida. Diferente de tudo e espetacular! Vale a pena!
Embora nao tenhamos fotos do local, também conhecemos a
Playa La Jaula, na regiao. Maaaaaaaraaaaaaaviiiiiiiiiilhooooooooosa! Na primeira oportunidade em que tivemos de usar nossa câmera a prova d´água, novinha em folha, a porcaria pifou. Ficamos a ver navios, literalmente. Hehehe.